A Caatinga vai ganhar novas unidades federais de conservação até o final de 2026. Essas unidades irão adicionar mais de um milhão de hectares em áreas protegidas no bioma. Para isso, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima selecionou 12 projetos.

Em paralelo, será criada a Rede de Pesquisadores e Pesquisadoras no Combate à Desertificação e Mitigação das Secas.  A ideia é ter um espaço com evidências científicas que ajudem na tomada de decisão dos gestores públicos no enfrentamento às emergências climáticas na região. 

Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome contratou mais 42 mil cisternas para a região. Somente em 2024, serão contratadas mais 85 mil. A meta é chegar a 221 mil cisternas até o final de 2026. 

Essas iniciativas fazem parte do enfrentamento aos efeitos da mudança climática da Caatinga, que está presente em 12% do território do país.

O aceleramento do processo de desertificação no Brasil foi constatado em 2023, em pesquisa realizada pelo Inpe e pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais.

Esse fenômeno é intensificado justamente pelo desmatamento da Caatinga e pela mudança do clima, segundo o Ministério do Meio Ambiente.

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